Estávamos em 2017
No iniício eram tentativas às cegas, por achar bonitas as plantas, mas não tinha a menor ideia de como cultivá-las. Algumas eu plantava em cortes de vasos de xaxim velhos, outras, em vasos com substrato comprado pronto, e usando de tetativa e erro, alcancei com facilidade o erro.
As orquideas compradas duravam pouco mais do que o tempo em que as flores estavam abertas e, morriam. As raizes encharcadas ou completamente secas, decretavam o seu fim.
Confesso que não me entendia com esse mecanismo de regar e deixar secar, para novamente regar. O resultado era sempre ou muta agua, ou pouca agua, e raizes ou apodrecidas ou desidratadas.
Mas eu gostava muito das orquideas, e seguia tentando não desitir.
Tudo parecia ir mais ou menos bem, até chegar a tempórada do verão e com ele o sol forte do Rio de Janeiro. Foi então que eu descobri um dia depois de voltar do trabalho, que a Amoreira não fazia sombra suficiente para abrigar as orquideas.
Resultado: folhas queimadas da maioria delas.
Confesso que pensei em desistir
Foi nesta época que descobri vários canais no Youtube de orquidófilos, que ensinavam a cultivar orquideas. Passei então a tentar seguir e acompanhar alguns conselhos.
A priemria descoberta foi que eu precisava providenciar um sombrite e foi o que fiz.
A segumda descoberta que se revelou salvadora, foi cultivar orquideas em carvão puro. Devo isso ao João Vitor (JV Orquideas)
Foi nesta época que também descobri os cachepôs, e que, com carvão e cachepôs eu poderia molhar sem medo as orquideas diariamente e deixá-las na chuva sem medo.
Aprendi que elas gostam de ficar penduradas e as mudanças começaram a acontecer.
Mas logo veio de novo o verão e logo eu descobri que o sombrite de 50% para o sol do Rio iria precisar de reforço, fui então rapido e providenciei logo a cotreção.






